sábado, 1 de janeiro de 2011

Shiki - o melhor de 2010

Saudações!

(Caros leitores, feliz 2011! Só uma palavrinha antes de começar: sempre tenho alguns assuntos planejados com antecedência, para não empacar sem idéias, – embora, creio eu, eventualmente acontecerá - mas saibam que podem usar os comentários para darem sugestões de tópicos que querem ver discutidos no futuro. Seria bacana ouvir algumas ideias e todos sairiam ganhando.)
         
Os animes lançados em 2010 que mais me chamaram atenção foram: OVAs de Darker Than Black - The Black Contractor e Shiki. Claro que não consegui assistir a tudo lançado ao longo do ano, mas o fato é que Shiki não só é um dos melhores do ano passado, como um dos melhores de terror e, sem dúvidas, um dos melhores animes de modo geral. Ao contrário de, por exemplo, Shinrei Tantei Yakumo, lançado no mesmo ano, prometendo ser de terror/suspense, o fato é que sua animação é pobre, a trama capenga, e uma galeria extremamente pequena e desinteressante de personagens. Se compararmos com outros lançados em anos anteriores, como os OVAs de Hellsing, que tem uma boa carnificina (saída diretamente do mangá), mas a história, de maneira alguma, é tão tensa e imprevisível como a de Shiki. E não vou nem comentar o famoso “terror” Jigoku Shoujo, que considero pavoroso (no pior sentido da palavra). 
Shiki é diferente, é um anime completo: contando com uma galeria de personagens memoráveis, uma trama instigante, reviravoltas, trilha sonora evocativa, e como não podia deixar de ser, muito sangue.


Com seu primeiro capítulo já surpreendendo: apresentando-nos à uma jovem cheia de energia e articulada, somos levados a acreditar que ela será a protagonista do anime (afinal, não é assim que se começa um anime?). No entanto, este primeiro episódio encerra com a morte da mesma. E só por isso, Shiki já conquistou minha atenção, com a promessa de que eu seria surpreendido independente da aparente “meiguice” que encontrasse na tela.
Com os primeiros capítulos um pouco mais lentos do que o futuro do anime, embora nem por isso menos interessante, acompanhamos a pequena vila em uma série de mortes misteriosas e a reação de jovens e adultos perante estas. É então que alguns moradores começam a ter visões de certos personagens que já morreram e...

E justamente nesse ritmo crescente desde o começo, criando o suspense enquanto ainda não sabemos o que exatamente está acontecendo, serve também para conhecermos a fundo os inúmeros personagens que iremos acompanhar até o final. Extremamente reais e convincentes em seus diálogos e pensamentos, estão sempre em constante desenvolvimento. E ao contrário de muitos animes e seus personagens, não podem ser categorizados por características simplórias de uma ou duas palavras. E mesmo os aparentemente mais insignificantes (como o pai/mãe/mulher do fulano de tal) ganham espaço e arcos dramáticos relevantes no decorrer da história.

O anime tem 22 episódios e acreditem, tá faltando gente na imagem.

A única coisa que compromete um pouco o suspense da revelação do que está acontecendo na vila, é um detalhe que lembra muito os contos de terror mais antigos e clássicos. Por exemplo, as mortes na vila começam após a “chegada de uma nova família em uma mansão no alto da colina” (hum). Exatamente igual ao livro “A hora do vampiro” do famoso Stephen King. Embora se levarmos em conta que Shiki foi baseado em um livro de Ono Fuyumi (que também teve outros trabalhos transformados em anime, como 12 Kokuki, ou 12 Reinos), não é de se espantar. De qualquer modo, o roteiro merece créditos por revelar isso gradualmente, não forçando nenhum personagem a cogitar ou aceitar isso, e por um bom tempo não sabemos se são mesmo vampiros, ou zumbis, ou uma espécie nova que o anime irá propor. No vilarejo, eles cogitam uma “epidemia”. E creio que justamente por essa dúvida, começaram com o nome de Okiagari (traduzido como “Ressurgidos”, termo que se encaixa em qualquer uma das espécies citadas anteriormente). E só mais tarde o nome “Shiki” é empregado, ao mesmo tempo em que descobrimos sua origem.
  
Foi o segundo livro do Mestre do Terror

E o que os (maus) animes deviam aprender, é que tornando os personagens mais “humanos” e “reais” é que a história torna-se muito mais imprevisível, e não o contrário. Não colocando o personagem "nervoso", o personagem "feliz", o "triste"... Assim parece que estamos vendo os Sete Anões. São as narrativas em que os personagens amadurecem e mudam gradativamente, que os autores ganham muito mais liberdade (vide o excelente mangá Shaman King). Afinal, vemos eles se arrependendo de suas decisões; tomando outras para compensar; mudando e tomando atitudes inesperadas, mas nem por isso incoerentes; e muito mais. Estes exemplos podem ser encontrados aos montes em Shiki: seja com o crescimento do pequeno Akira, enfrentando o pai de Natsuno e assumindo a liderança após a morte do amigo; o esgotamento físico e emocional do médico Ozaki, querendo ajudar uma vila que parece não querer sua ajuda; as inseguranças do monge Seishin, dividido entre sua doutrina e as fortes resoluções de seu velho amigo; o já citado pai do Natsuno dando uma bronca nos pequenos irmãos, e em seguida voltando para se desculpar... São inúmeros exemplos.


Contando com uma logística de design e arte interessantes, já que os Ressurgidos surgem sempre com cores fortes e vibrantes, destacando-se nas noites e ruas escuras do vilarejo. Desta forma, naturalmente surgem com ar sobrenatural, sem que, para isso, precisem depender excessivamente dos olhos vermelho e preto.  Além de aparecerem sempre com roupas diferentes e chamativas, totalmente opostas das simples e sem vida dos outros cidadãos (o que não deixa de ser irônico, já que “sem vida” são, bem, os ressurgidos). E claro, as fêmeas-shikis com suas roupas extravagantes, realçando as curvas de seus corpos perfeitos.

E como eu não podia deixar de citar, o maior destaque de Shiki (visto o meu primeiro texto aqui do blog: “Ousadias e covardias nos animes”), é a coragem e confiança total no espectador. Sem absolutamente nenhuma resolução fácil e frágil, somos obrigados a assistir diversas decisões difíceis de inúmeros personagens. Desde o doutor Ozaki fazendo experiências com sua própria mulher consciente (não posso dizer “viva”) para encontrar o melhor jeito de exterminar as criaturas na qual ela se tornou; passando pelo remorso de certa personagem por ter matado toda sua família e percebendo que não ressurgiriam como ela; vendo o desespero da pequena Tanaka percebendo que tinha todas as chances de ser a próxima vítima, visto que toda sua família havia sucumbido; e se a princípio a ideia de matar os "colaboradores" dos Shikis parece algo inteligente e digno dos mocinhos, esta logo se mostra falha, resultando em tragédias irreversíveis e provando que ninguém na história está totalmente certo.


E chegamos, claro, aos episódios finais, mostrando o caos e o genocídio completo e sem piedade que tomou conta daquela vila. Transformando completamente as emoções do espectador, fazendo o que parecia impossível a príncipio: sentirmos pena dos Shikis. E a "segunda morte" da personagem Megumi é uma das cenas mais chocantes e fortes que já vi em um anime! Explorando a trilha sonora melancolica e sobrenatural de forma perfeita, a direção da série faz uma montagem em que acompanhamos diversos Shikis importantes em seus respectivos atos finais, salientando ainda mais a brutalidade de tudo que está acontecendo. Ainda que assistir o povo encharcado de sangue durante cinco episódios seguido seja muito forçado. Eles não tomam banho? Até porque o principal deles é um médico, e sabe que não é nada saudável ficar se banhando com sangue. Lamentável é apenas o confronto entre Tatsumi e Natsuno, que decepciona por não ser feito em suas formas como lobisomens, limitando-se a alguns socos tediosos. Aliás, o próprio conceito dos "jinrous" parece não ter função nenhuma na história. Assim mesmo, apesar da matança, traz questionamentos sensatos e relevantes dos moradores mais receosos e inseguros, sem com isso, querer trazer alguma lição de moral pregadora.

                       

Em suma, como dito no primeiro parágrafo, Shiki é um dos melhores que já tive o prazer de assistir. E mesmo trazendo alguns pecadilhos em relação aos seres mitólogicos que aborda, a história é boa suficiente para ignorarmos isso. Usando seus 22 episódios sem desperdiçar nenhum, com o ritmo perfeito, aumentando gradualmente até chegar ao clímax da história nos últimos capítulos, de tirar o fôlego. Diferente de muitos animes atuais que querem ser curtos, mas assim mesmo parecem não ter nada para contar. E quem dera poder assistir mais vezes animações japonesas tão corajosas e envolventes. Já sinto saudades de tudo.

(Para mais dos meus textos, é só ir no menu 'Crítico Nippon', ao lado direito da tela.)

23 comentários :

Roberta Caroline disse...

Bom, eu ja debati demais sobre esse final de Shiki nos foruns e comunidades da vida, mas vou dizer mais uma vez que achei o final corrido demais, claro que isso não diminui em nada o que Shiki foi nesses 20 e tantos episódios, mas eles poderiam ter caprichado um pouco mais. Ficou parecendo o final de Tsubasa no mangá, com tantas coisas que tinha acontecido anteriormente, esperando um momento, um climax para explodir e acabou não acontecendo. Mas como também já disse, o final nem foi de todo ruim, teve cenas antologicas(como a Morte da Megu-chan) e dialogos fodas (Seishi e Sunako). Com certeza Shiki será inesquecivel. Eu espero que o papel dos ovas seja, de certa forma, mostrar um pouco de luz sobre alguns acontecimentos, que aconteceram do nada e sem nenhuma explicação.

Entããão vamos fazer indicações, eu sugiro uma crítica de Yakumo, pode ser uma boa pauta, mesmo o anime tendo decepcionado, uma analise é sempre bom. E quando a Jigoku Shoujo.....Pedro-kun, seu heregeeee, como pode profanar assim a Ema Ai? HAHAHAHA
Jigoku Shoujo é um terror, mas o intuito dele não é assustar e nem gerar sequencias de terror e suspense, é um anime altamente filosofico.

E parabéns, gostei de como definiu Shiki.

Ikari disse...

eu tinha parado de assistir pois tava achando uma droga, muito parada e sem ação. Parece que ficou mais interessante, vou esperar os subbs completar pra assistir tudo de uma vez

Sakura disse...

para mim o desenpenho pifio nos ultimos momentos compromete sim e muito toda a obra de um modo geral e shiki na minha opnião ficou bem arranhado por causa disso. Os rumos tomados nos ultimos momentos me deixaram bastante decepcionada. Eu estava esperando um final foda, mas ficou só na promessa, mas eu gostei de assistir shiki, foi o melhor anime do ano pra mim e tomara que nos ovas mostrem o que foi aquela enigmatica cena final. Já pensaram se é a cabeça da sunako naquela caixa?

cham disse...

Tinha que ter tido uns 25 episódios pra acontecer tudo. O último foi muito corrido.

Pedro S. Ekman disse...

Shiki e bom justamente por não enrolar.
Com mais episodios, seria muito dificil continuar aguentando aquela Sunako gemendo aos pes do monge, o Natsuno sem maiores ações, aquela historinha interminavel inventada pelo Seishin, que durou ate o penultimo capitulo...
Enfim, ainda bem que fizeram na medida certa.

- biiαhђ« disse...

eu começei a assistir, não consegui parar até ver o ultimo episodio, claro não terminou como eu esperava mais foi foda, ia ficar enjoativo mesmo como o carinha ali de cima falou, poderia ter uma segunda temporada *--*

Jhon Almeida disse...

Que Shiki foi um dos melhores (pra mim o segundo melhor) de 2010, um dos mais marcantes, mais corajosos e envolventes que eu já vi, isso eu não posso negar. Mas eu tenho que discordar de vc Pedro, quando vc diz "Usando seus 22 episódios sem desperdiçar nenhum, com o ritmo perfeito..". Não posso dizer que foi um ritmo perfeito se tivemos um final corrido e últimos episódios acontecendo tudo de uma vez só. Fora que teve sim episódios (ou apenas um não lembro) desperdiçados em que não levava a lugar nenhum que eu não lembro agora quais (ou qual) que comprometeram o ritmo dos episódios finais. Aí eu concordo com a Sakura, o desempenho nos últimos momentos da trama comprometeram e arranharam sim toda a obra porque tudo que se desenrolou no final tava ligado desde o primeiro episódio, mas acho que arranhou, não quebrou. Não quebrou toda a obra porque Shiki teve cenas, diálogos e trilhas antologicas e impactantes, personagens que apesar do rumo que a história tomou, e outros como Natsuno que prometia ser decisivo nos momentos finais que foi jogado pra escanteio, tivemos personagens marcantes e muito bem elaborados.
Enfim, não vou prolongar mais porque já tive discussões ferrenhas (e acaloradas huahauhua) com uma certa pessoa, mas tentei analisar com calma, sem ir na empolgação que as vezes me consumia como bom fã de Shiki que eu sou.

Ps: Acho que vcs compraram a idéia errada sobre Yakumo (não que eu ache que foi uma maravilha), mas vou deixar isso pra outra discussão, ou pro chatbox ou msn mesmo né.. Hoho

Little Apple disse...

Não vi Shiki ainda mas depois dessa crítica e desses comentários fiquei com muita vontade de ver. Vou começar a baixar agora.

Roberta Caroline disse...

Baixe, baixe correndo, Shiki é muito bom. Mas não é um anime de ação, é ótimo pra quem curte suspense e bons diálogos.

Lamb disse...

Vcoê pegou muito leve meu amigo. Pelo que esta escrito ai, até parece que Shiki foi esse mar de rosas. Na próxima, tente não pontuar somente os pontos positivos, fale dos negativos também, se você se diz critico, isso é imprescindível. Em tempo, concordo quando você diz que foi o melhor de 2010.

Como o anime é shounen-ai, creio que não tenha problema eu divulgar, acessem o Blyme Yaoi, sempre tem materias muito informativas e atualizações.

http://blyme-yaoi.com/main/

Pedro S. Ekman disse...

É só ler que você acha os pontos negativos.
O que posso fazer se haviam poucos?
Estou falando do MELHOR DE 2010... meio estranho o seu pedido, não?

O Mundo escuro de Morringhan disse...

Também amei Shiki, um dos melhores não apenas de 2010 mas de todos que já vi também!!!
Embora tenha que concordar com a Carol, foi meio corrido. Mas a história possui muitos dos traços clássicos do universo vampiresco o precisar "ser convidado" para poder entrar em uma casa e várias outras coisinhas.
Eu tinha ficado receosa em assistir no início, mais pelo traço do que enredo. Não é bem o meu "design" preferido de anime. Mas que bom que assisti!
E não ficou aquela coisa de bons versus maus. Não vi maldade. O anime focou muito isso. Os dois lados da moeda. O lado do predador e o da presa. Realmente incrível, apesar de simples a trama tem desenrolar imprevisível e viciante.
Só odiei o Natsuno quase não ter aparecido depois de sua "morte". Meu personagem favorito na história. Megumi, Sunako e o monge [esqueci o nome] também roubaram a cena diversas vezes.
Amei realmente.

P.s: Só discordo no que vc disse sobre Jigoku shoujo...No início eu achava estranho mais depois do fechamento da primeira temporada!Amo muito. Mas claro, cada um é cada um.

Roberta Caroline disse...

Néah, mostrou bem como é a dualidade do ser humano. No final foi impossível reconhecer o certo e o errado, foi uma verdadeira luta, sem escrúpulos por ambas as partes pela sobrevivência.
Natsuno depois que morreu, simplesmente parece ter pedido todo o foco e importancia no anime o duelo final com Tatsumi poderia render mais.

Anônimo disse...

Oi meu nome é péricles. E eu gostei meito do anime Shiki, ele realmente foi inesqueciveu, Mais olha pessoal, na minha opinião no começo do anime eu fiquei um pouco assustado, mas no final eu fiquei com muita pena dos shikis. É verdade!

Pois é, eles não tem culpa de beberem sangue (coitados). É como o Seishin Muroi disse no anime:

"Não importa, se é humano ou não, não importa o que tenha feito e não importa o quão nobre seja as intenções, a morte nunca é a solução".

Mais aquele doutor Toshio Ozaki, como eu odeio ele!
Ele foi a causa de tudo, ele matou a própria esposa, enganou a quela shiki de cabelos amarelos e a matou na frente de toda a vila.

Coitada ela só queria um lugar, "UM LAGAR"!!, para viver como uma pessoa normau, pois no mundo toda ela era desprezada e caçada por todos, por isso ela queria transformar a vila
em um lugar seguro para sua espécie (e ela só queria aquela vila). E não importa se ela matou um ou mais homens, pois fala sério! as pessoas vivem se matando por ai se motivo, e matando outros animes para comer. Pelo menos os shikis tinham um motivo. Eles tinham medo de morrer! Por acaso é pecado querer viver!!!!

Agora outra coisa que me deichou chocado foi a morte da Megumi Shimizu, ela era uma das menos que deveriam morrer, ainda mais da quele geito.
Nossa! coitada eu quase chorei quando vi ela implorando pela vida. Ela devia ter vivido! Devia mesmo! Se fosse para eu mudar uma só coisa no anime seria "que os aldeoes tiveram pena dela e deicharam ela fugir", ai ela poderia viver seu sonho, mesmo sendo uma vampira. Ou no minimo se fosse mesmo para ela morrer: ela poderia morrer queimada jundo do seu amor imcorrespondido, o Natsuno Yûki, ai eles morreriam juntos, mas nem isso eles fizeram!!!
Ela morreu implorando pela vida que não teve, pelo sonho perdido, agonizando e sozinha. Que merda foi aquela! Eu não aceito que ela tenha terminado daquele jeito. Esse foi um dos maiores defeitos desse anime.

Eu não liguei muito para a morte do Natsuno Yûki, na verdade acho até que ele mereceu um pouco.

Mas aquele doutos Toshio Ozaki, deveria ter morrido, po ele matou todo mundo e no final conseguiu viver? Se é para todo mundo morrer, ele deveria morrer junto. Outro que me deichou muito bravo foi aquele velho barbudão, sabe aquele que estava tentado matar a Sunako no final. Ele matou o próprio filho (sem piedade), matou o monge sopremo da vila e ainda tentou matar uma menininha inocente que tinha medo de morrer e que estava resando na igreja, perguntando para Deus, por que dele ter a abandonado...

Nossa mano eu não gonsigo me conformar com o que aconteceu no fianl, eles não eram muitos, por que só alguns podiam voltar a vida. Isso me lembra que muitas espécies de animais estão estintas e esse anime não foi esseção. Eles praticamente foram todos dizimados no fogo (sem nenhuma compaixão)...

Na verdade a unica coisa que fez eu não me arrepender de ter assistido esse anime: foi que no final pelo menos uma Shiki sobrevivel. Isso mesmo a shiki principau do anime e a que menos merecia morrer (e de fato ela não morreu) foi a Sunako Kirishiki, ela consseguiu sair da cidade viva com a ajuda do Seishin Muroi que também tinha virado um shiki.

Então a rassa shiki não desapareceu no final das contas. Pelo menos isso eles fizeram serto!

Anônimo disse...

Eu concordo com o moleque ai de cima eles não mereciam ter aqule fim, mas eu não sabia que a sunako tinha sobrvivido, que alivio.

junior disse...

esse anime tem os cabelos mais bizzaros que eu ja vi

Anonymous disse...

Eu concordo com o moleque ai de cima eles não mereciam ter aqule fim, mas eu não sabia que a sunako tinha sobrvivido, que alivio.

Pedro S. Ekman disse...

É só ler que você acha os pontos negativos.
O que posso fazer se haviam poucos?
Estou falando do MELHOR DE 2010... meio estranho o seu pedido, não?

Jhon Almeida disse...

Que Shiki foi um dos melhores (pra mim o segundo melhor) de 2010, um dos mais marcantes, mais corajosos e envolventes que eu já vi, isso eu não posso negar. Mas eu tenho que discordar de vc Pedro, quando vc diz "Usando seus 22 episódios sem desperdiçar nenhum, com o ritmo perfeito..". Não posso dizer que foi um ritmo perfeito se tivemos um final corrido e últimos episódios acontecendo tudo de uma vez só. Fora que teve sim episódios (ou apenas um não lembro) desperdiçados em que não levava a lugar nenhum que eu não lembro agora quais (ou qual) que comprometeram o ritmo dos episódios finais. Aí eu concordo com a Sakura, o desempenho nos últimos momentos da trama comprometeram e arranharam sim toda a obra porque tudo que se desenrolou no final tava ligado desde o primeiro episódio, mas acho que arranhou, não quebrou. Não quebrou toda a obra porque Shiki teve cenas, diálogos e trilhas antologicas e impactantes, personagens que apesar do rumo que a história tomou, e outros como Natsuno que prometia ser decisivo nos momentos finais que foi jogado pra escanteio, tivemos personagens marcantes e muito bem elaborados.
Enfim, não vou prolongar mais porque já tive discussões ferrenhas (e acaloradas huahauhua) com uma certa pessoa, mas tentei analisar com calma, sem ir na empolgação que as vezes me consumia como bom fã de Shiki que eu sou.

Ps: Acho que vcs compraram a idéia errada sobre Yakumo (não que eu ache que foi uma maravilha), mas vou deixar isso pra outra discussão, ou pro chatbox ou msn mesmo né.. Hoho

cham disse...

Tinha que ter tido uns 25 episódios pra acontecer tudo. O último foi muito corrido.

Roberta Caroline disse...

Bom, eu ja debati demais sobre esse final de Shiki nos foruns e comunidades da vida, mas vou dizer mais uma vez que achei o final corrido demais, claro que isso não diminui em nada o que Shiki foi nesses 20 e tantos episódios, mas eles poderiam ter caprichado um pouco mais. Ficou parecendo o final de Tsubasa no mangá, com tantas coisas que tinha acontecido anteriormente, esperando um momento, um climax para explodir e acabou não acontecendo. Mas como também já disse, o final nem foi de todo ruim, teve cenas antologicas(como a Morte da Megu-chan) e dialogos fodas (Seishi e Sunako). Com certeza Shiki será inesquecivel. Eu espero que o papel dos ovas seja, de certa forma, mostrar um pouco de luz sobre alguns acontecimentos, que aconteceram do nada e sem nenhuma explicação.

Entããão vamos fazer indicações, eu sugiro uma crítica de Yakumo, pode ser uma boa pauta, mesmo o anime tendo decepcionado, uma analise é sempre bom. E quando a Jigoku Shoujo.....Pedro-kun, seu heregeeee, como pode profanar assim a Ema Ai? HAHAHAHA
Jigoku Shoujo é um terror, mas o intuito dele não é assustar e nem gerar sequencias de terror e suspense, é um anime altamente filosofico.

E parabéns, gostei de como definiu Shiki.

junior disse...

eu não acho o melhor de 2010 nen um dos melhores de horror dos ultimos tempos temos tantos animes de horror e terror nos ultimos tempor Higurashi,elfen lied kurozuka e para min o melhor de 2010 foi dante's inferno

Anônimo disse...

Shiki até que me desperta uma certa curiosidade.E apesar de não ser a 1ª vez que alguém fala de vampiros algo na animação e no clima de terror /mistério passado me chamava a atenção,mas por não achar na época um fansub com legenda não-gigantesca acabei não vendo.

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