sábado, 23 de abril de 2011

(◕ ‿‿ ◕) The end of Puella Magi Madoka Magica


Olá!!! Como eu havia prometido, vou comentar Madoka Mágica, que mesmo se apresentando um anime de mahou shoujo um pouco incomum já logo no inicio, não imaginava que teria oportunidade de comentar sobre ele aqui, mas tudo isso mudou. Então confira minha analise (que não é bem um review, apenas comentários mesmo) sobre o incrível Puella Magi Madoka Magica, e já aviso que este texto contém spoilers sobre a série e que pode atrapalhar um pouco sua diversão. Mas evitei detalhar os acontecimentos do episódio 11 e 12. Como preferi abordar o contexto geral do anime, para quem acabou de assistir os esperados episódios finais, podem ter uma leitura mais prazerosa com os ótimos posts do Gyabbo (que contém spoilers gritantes) e o do Mundo Mazaki (este está ok, sem spoilers). Então, se você pretende ler mesmo esse post, se prepare pois está bem grandinho. Senta que lá vem a história.


Desde sempre que mahou shoujos são vistos com uma certa desconfiança, devido a sua premissa inicial, tendo uma vibe mais infantil e principalmente por serem destinado originalmente ao publico feminino. Verdade seja dita, mahou shoujo é um vitrine de grande potencial para vendas de cacarecos e afins e o enredo costuma ser bem básico, com garotas mágicas combatendo o mal e salvando a terra. A historias tendem a ser felizes, mesmo que um eventual conflito, o final todo mundo já conhece. Mascotes, romances açucarados, objetos mágicos e flertes com o Yuri e o Yaoi são bastantes comuns. Madoka Mágica já mostra desde o inicio algo de diferente dos demais, mostrando uma narrativa mais adulta que o comum, uma certa obscuridade e a forma como a trama estava sendo executada. Desnecessário dizer que toda aquela fotografia de uma cidade ultramoderna, com uma grande industria no centro, passavam um “quê” de frieza, remetendo a uma cidade sinza que combina perfeitamente com o clima do anime. Todos aqueles gráficos fantásticos, que ilustravam um mundo psicodélico onde bruxas e garotas mágicas duelavam, o que sempre foi um dos destaques do anime e fazia um belíssimo contraste com toda ideologia da série, que até então não imaginávamos que iria tão a fundo na obscuridade e dualidade humana. 


Até que o fatídico evento ocorrido no episódio #03 do anime, começou a chamar a atenção de toda a comunidade fã de animes e mangás, o duelo entre a Mami e uma bruxa foi o grande chamariz e responsável pela primeira grande reviravolta no enredo. Quem teve a oportunidade de acompanhar o anime em tempo real, vivenciou algo fantástico, que foi toda a repercussão causada por esse episódio, onde pela primeira vez uma cena tão violenta - não tanto graficamente, mas num contexto geral - é ultilizada em um mahou shoujo, a partir daí a polêmica passou a fazer parte do cotidiano da série e de quem a acompanhava. Era comum sempre ver notícias de bastidores envolvendo Madoka Mágica em sites como o Sankaku Complex ou fóruns de discussões. Repercutiu bastante o pedido de desculpas de Gen Urobuchi , roteirista do anime e que é conhecido por roteirizar e desenvolver séries com uma temática mais adulta, onde era comum a presença do blood em cena. Assim como também ecoou a suposta ameaça de censura ao anime, gerando muitas discussões, afinal, ainda que a violência do roteiro não fosse explicita na versão animada e sempre emoldurada de uma forma requintada, evitando assim sua vulgarização, o simples fato de as personagens ali serem crianças na faixa de 12/14 anos sendo retratadas em um ambiente hostil e adulto, já é motivo suficiente pra gerar um flame.



Claro, era meio obvio que isso aconteceria e se já no episódio #01 a desconstrução de um gênero já era visível, do episódio três pra frente se tornou uma realidade imutável. Logo um gênero como o mahou shoujo, que sempre fora destinada ao publico infantil, ganhar contornos tão densos e psicológicos faz com que Madoka Mágica figure entre os grandes e chame a atenção de um publico que até então, não via muita graça nesses “animes de meninas”. Verdade que Madoka propõe essa desconstrução em seu enredo, mas não de forma radical, o que faz com que a série ainda mantenha seus pés em elementos básicos do mahou shoujo. O segredo mesmo está na execução, onde todos os envolvidos no projeto têm o seu mérito por catalisar essa “desconstrução” de uma forma que ela pudesse ser visível a olho nu e não apenas de uma forma implícita. Essa desconstrução já acontece a algum tempo, animes como Strike Witches nem sempre sabem aproveitar o que há de melhor nesse subgênero, por deixar seu feeling de lado e trabalhar outras vertentes. Mas citando apenas um, dos que respeitam toda essa simbologia do mahou shoujo, mas que minimamente entoa um olhar mais psicanalítico em sua trama temos o mangá de Sailor Moon que evidencia o erotismo e a violência. Temas que eram tratados de uma forma mais suave ganharam nuances mais densas como o erotismo, suicídio, depressão e homossexualidade, obviamente a mangaká Naoko Takeuchi , usou de todos os melindres possíveis para que isso não fosse tão chocante. Melindres que podem ser vistos com um olhar mais apurado entre alguns mahou shoujos e contos de fadas. Já Madoka Mágica seguiu o caminho inverso e nos brindou com contexto intrigante, um roteiro impactante, cenas fortes e personagens profundas com uma desenvoltura que as fez maiores do que aparentam com o character designer moe e suas personalidades que a principio pode parecer ser apenas mais do mesmo.



Em Mahou Shoujo Madoka Mágica, há criaturas que têm o poder de conceder um desejo a uma menina escolhida. No entanto, essa menina deve então se tornar uma "Mahou Shoujo" e lutar contra as "Witches" (bruxas). Essas são criaturas do mal nascidas de maldições que são responsáveis por assassinatos e suicídios. Uma estudante chamada Madoka Kaname e sua amiga Sayaka Miki são abordadas por um ser chamado Kyubei e uma "Mahou Shoujo" chamada Mami Tomoe, que lhes propõe que também virem garotas mágicas e assim defendam a cidade de uma infestação. Enquanto isso, outra Mahou Shoujo chamada Homura Akemi tenta impedir Madoka de fazer o contrato.



O plot por si só, apesar de simples, é bem interessante. O desenvolvimento é incrível e consegue trabalhar em vários frentes, sem deixar qualquer ponta solta. Há os familiares, que são criaturas inferiores as bruxas, mas nada esta ali por acaso e todos os personagens e fatos que acontecem trabalham em prol do enredo, assim logo esses seres ganham um sentido maior com contexto da história, do que apenas proporcionar entretenimento. Assim também é com as bruxas, que proporcionam belas lutas, cheias de efeitos, um cenário fantasioso e super colorido, que se tornam uma puta ironia com tudo o que a série mostra em seu tempo normal.


A experiência de um autor como Gen Urobuchi pode ser sentida nesse sentida no anime, que pra alguns não passa de uma história razoavelmente boa - o que não está muito longe da verdade - mas não há como negar que ela é muito bem amarrada, desenvolvida e com o suspense suficiente pra causar ansiedade e tesão em quem assiste. Mas não é preciso apenas um bom roteiro, é preciso que haja também uma boa direção, e é ai que Akiyuki Shinbo se sobressaiu, deixando a trama ágil, bem desenvolvida e com uma fotografia impecável e efeitos gráficos surpreendentes, casando bem o 3D ao 2D como pouco é visto por ai. Junte se ai a maestria e competência na parte musical de Yuki Kajiura, que tem em seu currículo, grande séries onde a trilha sonora se destaca - entre vários, cito Tsubasa Chronicle, Le Portrait de Petit Cossette e Kara no Kyoukai – e assim como nesses títulos, em Madoka também imaginar outra OST que não a vista no anime. Assim como é difícil ver as personagens com um outro character designer que não seja o de Aoki Ume-sensei, mangaka de Hidamari Sketch que tem como característica, traços muito fofos, resultando em personagens com aparência moe. Mas elas estão muito além da aparência. Mesmo Akemi Homura que aparenta ser o típico personagem badass - o típico anti herói - logo no início, mas não tarda a descobrir que ela é uma das principais peças propulsoras de toda a trama, sendo o grande apoio da protagonista Kaname Madoka, que precisava dessa “escada” para poder brilhar no último episódio. Realmente um time belíssimo e a decisão da Shaft em fazer um anime original e dar toda a liberdade artística para o Shinbo foi mais que acertada e agora poderá colher os frutos 




Com o enorme hype que Madoka atingiu, corria-se o risco de uma grande decepção, fato que não aconteceu nem mesmo quando a trama começou a ganhar mais corpo e o que suspeitávamos desde o inicio se tornou realidade. Mas a história tem ótimos personagens, capazes de segurar as pontas quando as coisas ficaram estáveis por alguns episódios, com ótimos conflitos psicológicos e existenciais. Se no primeiro ato, Kyubei, Mami e Homura protagonizaram belas cenas, prendendo a atenção de todos e não nos deixando tomar fôlegos para grandes questionamentos sobre o que era de fato a trama, no segundo ato foi Sayaka Miki que roubou todas as atenções para si com seu drama pessoal. Parecia e era obvio que sua paixão platônica por Kyosuke Kamijo e seu desejo de vê-lo novamente tocar violino não iria dar em boa coisa, mas novamente a produção surpreende, não com acontecimentos surpreendentes e sim com uma bela execução do drama, um conflito que não caiu em nenhum momento no dramalhão e se mostrou tão crível que era difícil pegar qualquer tipo de rejeição com a personagem, até o momento. Mais do que toda a tensão psicológica e medo, envolvendo o previsível desfecho da personagem, o mais interessante ainda são todos os questionamentos. 




Destaco aqui o momento onde Sayaka confronta Kyubei em uma das passagens mais emblemáticas do anime, onde ela o acusa de ter mentido sobre o que é ser verdadeiramente uma garota mágica, ao que ele lhe responde que ela lhe perguntou como ser uma garota mágica, mas não os detalhes. Assim é Kyubei, retratado como o grande vilão da temporada e quem sabe, um dos mais odiados de todos os tempos, mas que na verdade é apenas um ser, que pensa com a lógica e é incapaz de entender os sentimentos humanos. Interessante também o dialogo entre Kyoko e Sayaka em um belíssimo cenário, onde ficamos sabendo de sua história e sua motivação em ser uma garota mágica. E ai é levantado mais uma questão sobre os desejos que lhe são concedidos por Kyubei e uma verdade é disparada, atingindo em cheio Sayaka: “milagres não vem de graça. Quando você cria esperança, ela cria um desespero equivalente”. E essa é verdadeira premissa de Madoka Mágica vislumbrada no episódio #03 e desenvolvida a partir dai, com todo esse conflito envolvendo a Sayaka. 




Como eu já disse, foi tudo tão bem amarrado, que nada ali é por acaso, uma simples frase pode remeter a algo importante logo a frente. Sayaka foi a personagem que teve o melhor desenvolvimento, foi incrivelmente humana, imperfeita em todos os sentidos. Ela não ser tão popular quando Homura, tem sentido, afinal ela emana tudo aquilo que detestamos, é um espelho ambulante e que incomoda bastante com sua fraqueza, suas incertezas, seu egoísmo, orgulho e a incapacidade de enxergar á frente e aos que estão ao seu lado devido ao sentimento amargo da rejeição diante de um sacrifício, que a outra pessoa nem terá conhecimento. Em mais uma bela seqüência, Sayaka esta em um trem e presencia a conversa de dois homens, que tecem comentários machistas sobre suas conquistas, chegando a considerar o fato de mulheres nem serem humanas por serem tão burras, nos comparando a cachorros. Presenciando todo o dialogo depreciativo – aqui, numa parte em que eles falam sobre as mulheres ficarem excitadas e que elas só precisariam de uns bons tapas é muito chocante, principalmente por que quem presencia toda essa cena é uma criança e o traço ser ter esse chara designer se mostra bem proposital nesse sentido – e ela acaba se colocando no lugar dessas mulheres, afinal, eles comentam que depois de usá-las, era só as jogar fora, como ela não iria associar tudo isso ao drama que estava passando? A cena toda é belíssima e é um dos vários casos onde dialogo e imagens fazem todo um sentido. 



Os ganchos deixados a cada término de episódio são simplesmente fantásticos e igualmente as viradas da trama. Alguns já haviam desconfiado de que a obsessão de Homura em não deixar Kaname Madoka se transformar em mahou shoujo, apesar das varias teorias a respeito, era difícil apontar do que realmente se tratava toda aquela trama. A única coisa mais obvia naquilo tudo, era que Homura não parecia tão vilã como no inicio, mas ainda lhe restavam resquícios de uma caricatura. Mas isso muda quando tomamos conhecimentos do que realmente é e do que se trata a história que ganha proporções épicas. O tema que o anime usa pra contar sua história tende a ser complexo, mas conseguiram deixá-lo enxuto e sem muitas “viagens” no roteiro, tornando toda a narrativa entendível até para aqueles que tem uma certa preguiça de usar o cérebro e em um único episódio já estávamos por dentro de tudo.



Os motivos de Homura foram convincentes o suficiente para uma identificação geral, a trama foi coesa do inicio ao fim e em momento algum mostrou ser maior do que realmente é. Homuro se desconstruiu e se reconstruiu novamente perante o público, nos mostrando o quão bem desenvolvida foi, não só em termos de personagem como de roteiro.



Homura e Kaname fazem um contraponto muito peculiar. Kaneme passa o anime inteiro como uma garota normal, com suas inseguranças e ingenuidade que é bem típico em personagens de mahou shoujo. Seu desenvolvimento é lento, quase imperceptível. Mas ela é impulsionada por Homura e sua motivação faz Madoka ganhar bastante força no contexto da história. De todas as personagens do anime, talvez ela só não seja mais “fraca” que Kyoko – que não teve muitas oportunidades em se destacar, mas conseguiu ser uma ótima presença na história – mas há um motivo para isso. Madoka e Homura são as personagens que mais se desenvolveram em prol do enredo. Se por um lado Homura precisa se mostrar daquele jeito, pra causar um impacto maior nos episódios finais, por outro Madoka não podia ter uma outra personalidade mais marcante para que as outras personagens pudessem se desenvolver e assim a história ser bem tecida. Tudo acontece ao seu tempo.




Outro ponto louvável e destacável no anime, é o fato de que a personagem principal tem família, que se mostra presente durante todo o enredo e há até um mínima preocupação em trabalhá-los, mas sem que o foco saísse da história principal.



Do episódio 10 aos 11 e 12, foi uma longa espera. Depois da fatídica tragédia no Japão, a exibição de Madoka foi pausada sem data de retorno, deixando vários fãs com o coração na mão. E isso tudo gerou ainda mais hype em torno desses últimos episódios e quando enfim foi anunciado para o dia 21 a exibição de um episódio duplo do anime, houve até contagem regressiva. Todos esperavam ansiosamente pela noite de Walpurgis que é um tradicional festival de primavera que celebra a Santa Walburga, mas que no anime tem um contexto diferente. Nesse mesmo dia também é comemorado o sábado das bruxas, um suposta encontro onde se pratica bruxaria e outros rituais. Tudo a ver, não é!? Pode se dizer que desde Harui que não se via uma empolgação assim tomando conta de todos e quem acompanhou junto sem dúvidas vai guardar uma bela lembrança de um anime que não decepcionou seu público.



Os dois últimos episódios eram dignos de passar no cinema, com uma qualidade técnica impecável para os padrões de uma exibição de anime tv, trilha sonora envolvente e uma fotografia arrebatadora. O final levou boa parte do publico a se emocionar, tendo aqueles foram literalmente ás lágrimas (incluindo euzinha aqui xD). Com tudo que aconteceu no episódio, soa meio ironia ele ter sido planejado para ser exibido justamente na semana de páscoa, mas claro que foi tudo de caso pensado e deu muito certo. Alias, há um simbologia incrível envolvendo os acontecimentos desses dois episódios com o dia 21 de Abril. Kaname Madoka conseguiu brilhar e ainda que não tenha desvencilhado do tipo caricato que é, não foi preciso fazê-lo para que muitos sentissem uma grande afeição por ela. Toda sua áurea ter sido mantida até o fim, foi muito importante para que houvesse um sentido no fim, não decepcionando o lado lógico e nem o sentimental. 




Mahou Shoujo Madoka Mágica termina com a certeza de missão cumprida, deixando uma legião de fãs - e outros tantos de haters - e certeza de ter se tornado um marco moderno pra animação. Quem é mais velho e pode assistir em tempo real grandes clássicos da animação, pode até se indignar com isso, mas tentem entender que para os mais novos que acompanharam a série do inicio ao fim, foi um grande acontecimento, pois é totalmente diferente você assistir uma algo já finalizado e que já passou aquela onda de empolgação. Sem mencionar que o fator surpresa praticamente se torna inexistente, uma vez que sinopses não dizem muitos e reviews dizem demais, será praticamente impossível que no futuro fatos importantes do anime já não sejam de conhecimento de até mesmo quem ainda não assistiu.



Madoka Mágica com sua narrativa impactante chega perto da narrativa do terror, mas tem os sentimentos dos dramas e a estrutura de uma série de fantasia que flerta com o mistério. Em seu centro não está uma trama megalomaníaca, lutas ou apenas personagens bonitinhas, mas sim o sentimento que o que move a história é algo universal e catalisador de grandes conflitos. O final não é trágico como muitos imaginavam e nem feliz. A mensagem que fica é que a vida continua e que a história pros personagens ainda não acabou, há muito que se percorrer ainda, mas pra nós é adeus ou talvez, até logo.

SHAFT que já vinha numa crescente, conseguiu com Madoka, produzir um grande clássico moderno e agora é só esperar que o tempo autentifique isso. Parabéns e obrigado a todos vocês por nos proporcionar um anime tão divertido, apaixonante e excitante como Madoka Mágica. Sem dúvidas será - e dificilmente alguém irá tirar esse título - o melhor anime do ano.






20 comentários :

Dejitaru Dan disse...

Foi um anime que marcou a história da animação.
Eu fui as lágrimas no último episódio, pois eu acho que foi o final perfeito, mas nada de finalzinho de "conto de fadas".
Madoka Kaname tem um final digno, com ares divinos e não egoísta.
Com certeza, o melhor anime do ano e se bobear, da década.

Carlírio Neto disse...

Saudações


Roberta, onde devo assinar?


Até mais!

Nyanya disse...

Fiquei completamente alucinada com Madoka Magica, simplesmente demais. Achei muito fofinho o carinha da Homura-chan pela Madoka e fiquei com a impressão que era algo mais viu. E tipo, aquele final ali vc quer dizer que a Madoka se sacrificou assim como cristo?

Lamb-Desu disse...

Excelente post, parabéns. Pra quem já assistiu é um ótimo complemente de leitura. Não chego a considerar Madoka um grande clássico já, mas pode vir a ser sim. O que falta é um estrutura mas ela tem o clamar popular, isso pode ser mais do que suficiente. Por hora, ainda tem o mangá e está ótimo, da pra matar um pouco a saudade que ficará.

P.S.: Torço para que não façam segunda temporada, está perfeito assim.

Ventws disse...

No meu caso eu torço por uma segunda temporada até pq tem os mangas Mahou Shoujo Kazumi Magica - The Innocent Malice(que é um spin-off)e o Mahou Shoujo Oriko Magica(que é um prólogo)alem disso teve aquele final que fico parecendo que vai ter uma continuação.

Rei Ayanami disse...

Madoka Mágica “you are not alone” (evangelion).
Eu pensei Evangelion. ♥

Roberta Caroline disse...

@Dejitaru
Concordo com você. Souberam executar muito bem e o final faz jus a série.

@Carlírio
Obrigado Carlírio ^_^

@Nyanya
A frase no final do episódio diz tudo. É justamente aquela idéia que quiseram passar.

@Lamb-Desu
Também tenho receio, mas é bem provável que tenha uma seqüência, o Urobuchi já manifestou vontade em escrever um spin-off

@Ventsws
Estou lendo os mangás, estou gostando.

@Rei Ayanami
Tem uma vibe meio EVA néh? Madoka Mágica é o Evangelion da nossa geração/HAHAHAHA *olha as pedras*

Minna, obrigada pela opinião de vocês.

julio pq disse...

:) Cumpriu mesmo a promessa ein Beta. Mas infelizmente não tenho condições ainda de fazer qualquer tipo de comentário que seja pelo menos um rascunho do que foi Madoka Mágica, minha cabeça explodiu, sério mesmo.

Jones disse...

Como vc disse um caraaaaaaaaaaaaassico. Madoka foi sem duvida o melhor anime da temporada anterior sem sombra de duvidas, é daqueles animes em que você vê ele inteiro e chora no final, mas mais por ter terminado do que pelo final em si, mas tem muita cara de ter segunda temporada ou melhor dizendo de uma continuação onde pode nos surpreender mais ainda, os últimos 3min do anime + o ultimo minuto depois dos créditos dão a entender que é possível sim. Agora é sonhar com essa continuação. Este foi mais um anime que gravei em DVD pra rever e passar para todos que conheço como bons apreciadores de anime e manga. É que nem EVA mesmo se vc não gostar do gênero tem que ver pra se dizer um fã de cultura Otaku. E obrigado Carol foi os 7min de leitura mais bem gastados de meu preguiçoso domingo, parabéns. Acho que é isso.
Do mais, nada mais...

Sakura disse...

Esse é um daqueles animes pra se guardar mesmo, merece ser revisto ainda muitas vezes. Também fiquei impressionada com o aspecto técnico dos episódios 11 e 12, foram muito bem feitos e merecem ser vistos em um HD supremo ^^ Madoka e Homura fizeram um par perfeito foi emocionante quando a Madoka diz que não vai deixar que tudo que a Homura fez se torne em vão. O lance do laçinho vermelho também foi lindo. Eu também fiquei com a impressão que vamos ter sim uma segunda temporada e torço por isso, há muito o que se trabalhar ainda com essa estória. E o que foi a Madoka voltando a eras antigas e encontrando Joana D'arc e Cleopata? Aquilo foi surtante. Melhor da temporada sem dúvidas, como já disseram ai, um clássico.

Rosenball disse...

Final de Madoka foi breathtaking!

Lilian Kate Mazaki disse...

Ah vai, quero spin-offs até enjoar! XD

Parabéns Roberta, postagem completa e sensacional.

o_o disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
o_o disse...

porra mano, todo lugar que eu vou só da Madoka, vou enfiar minha cabeça na terra XD
Mas falando sério, realmente foi um grande anime, só não coloco ele nas alturas como vocês estão fazendo, mas seria falta de noção negar que sim, foi o melhor da temporada e talvez venha a ser mesmo um dos melhores do ano. Mas, calma, muita calma ai, veremos isso no final do ano,

Pedro S. Ekman disse...

Muito Obrigado, Beta Roberta! Sinta-se abraçada =D

Slam Dunk disse...

Puella Magos Madoka ☆ Magica conseguiu um feito incrível, me conquistar. Eu sou um desses que não curte muito esses tipos de animes porpurinados, inclusive esse anime nem tava na minha lista, achava que nunca iria assistir ele. Mas não é que ele se tornou o meu anime preferido na estação passada? Ele me lembra muito Suzumiya Harui, mas se formos comparar, ainda fico com a Harui (questão de gosto). O mais legal desse anime é que da pra ver logo no inicio que ele propõe algo diferente e por causa dele passei a olhar com mais carinho pra esse tipo de anime mahou shoujo.

Slam Dunk disse...

*Puella Magi*

Roberta Caroline disse...

Wow! Até o Pedro-kun gostou do anime... ^_^

HarmonY disse...

Incrivel o post, conseguiu comentar todo o anime
praticamente sem spoilers , pois é, eu ja havia
vido o estardalhaço em cima de Madoka e toda a fama e popularidade que esse grande classico havia conquistado, e só fui assistir depois do anime ter sido concuido, eu vi do 1 ao 12 em uma noite sem desgrudar 1 segundo do pc isso foi das 10 as 4 da manha sendo que as 6 eu ja tinha que sair pra trabalhar , mais valeu muito apena , sem duvida, o melhor do ano!!! eu nem consigo encontrar palavras no nosso vocabulario para expressar o que eu senti vendo Madoka com certeza me lembrarei por muitos e muitos anos...
e tbém estou esperando o BD pra poder rever em 1080p.
Jaaa né!

Anônimo disse...

Olha! Vou dizer uma coisa o anime foi um dos melhores que eu já vi, mas aquele final me decepicionol (verdade). Podem me chamar de louco, mas aquilo foi uma verdadeira bosta. Eu odeio animes com final desse tipo e digo mais: Quenem o de "angel beats" ou o de "tsukihime" e agora "mahou shoujo madoka magica"! Agora são três que eu não vou mais assistir e não me arrependo. No final quase todo mundo se esquse dela e ela vira tipo um Deus condenada a passar a eternidade na quele lugar.

Deu vontade de bater no diretor!

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